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Preguiças gigantes: Mamíferos gigantes do mundo antigo

Com um gigantesco corpo armado de incríveis garras e protegido por sua pele e seus pelos, não há dúvida de que nunca existiu outra criatura como essa.

Elas eram estranhas como as preguiças de hoje em dia, porém bem maiores. Com suas grandes garras e seu corpo gigantesco, coberto por sua pele resistente e seus pelos, não há dúvida de que nunca existiu outra criatura como essa.

Megatério - preguiça gigante
Há 35 milhões de anos, a preguiça gigante não era vista como um animal bastante dócil em relação a sua prima de hoje em dia. Considerado um dos maiores mamíferos que já percorreram a terra, o bicho-preguiça gigante tinha mais de 80 gêneros, o maior dos quais era conhecido como Megatério (Grande Besta), era do tamanho de um elefante e pesava cinco toneladas. E isso não é tudo, quando esse bicho ficava apoiado apenas em suas pernas traseiras, para alcançar as folhas nas árvores mais altas, ele podia chegar até 6 metros de altura.

Megatério - preguiça gigante
Pesquisas mostram que elas eram herbívoras, suas garras enormes eram usadas para retirar folhas e cascas de árvores, por outro lado, outros discordam. Alguns cientistas dizem que por causa do braço de tamanho menor do Megatério, ele poderia ter usado suas garras para matar ao invés de cortar as plantas; preguiças são tão antigas que podem ter sido carnívoras.

Megatério - preguiça gigante
Se isso for verdade, é bem provável que esse animal gigantesco tenha se alimentado do Gliptodonte, um ancestral dos tatus, do qual era do tamanho de um carro Fusca. Essa teoria se deve ao fato de que vários fósseis de tatus gigantes foram encontrados perto de restos dessas preguiças.

Gliptodonte
Criptozoologistas acreditam que a preguiça gigante poderia ter sobrevivido até hoje. Os povos nativos da Patagônia afirmam ter caçado tal criatura, e que a besta noturna era tão resistente de forma que suas flechas tinham dificuldade de penetrar a sua pele.

Embora já tenham encontrado a pele desse animal e a datação de carbono datou o material de pelo menos 5 mil anos atrás, não há nenhuma prova de que as preguiças ainda vivem, pois isso se deve ao fato de que o exemplar estava em uma caverna, com isso foi conservado, o que pode modificar o resultado da datação. Com isso, a comunidade científica declara a espécie extinta.

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